Solvência, metáfora e transição em tessituras poéticas :   inventividades de um espírito aprendiz 

Audrey Ramos Quast

Atribui como título deste trabalho Solvência, Metáfora e Transição em Tessituras Poéticas: Inventividades de um Espírito Aprendiz, por englobar idéias discorridas acerca da Arte na contemporaneidade, a qual aponta para contribuições da interatividade, o surgimento de um novo espectador, a presença de tecnologias de várias ordens, novas formas de criação e fruição, dentre outros, bem como, por evidenciar algumas interconexões que estabeleci entre: linguagens e manifestações artísticas; recursos, interfaces que exercem a intermediação dessas manifestações; a existência de figuras de linguagem nas Artes Plásticas; a Metáfora que permeia a Arte de Transição, na virtualização do solvente físico para o solvente virtual; diversas transições que passam Arte, seres humanos e tecnologias; as relações de imagens prontas, interatividade e acessibilidade à Arte; espectador-ator nas produções atuais e questões de autoria nesse cenário; contribuições desse universo artístico e de tecnologias computacionais para a Educação; dentre outros assuntos relacionados. A Solvência foi apresentada com uma nova figura de linguagem, por ser um recurso expressivo e seria reconhecida, quando fosse percebido que uma imagem passou por algum processo de solubilização, a fim de conceder-lhe novo sentido e expressão, formar uma nova. Demonstro e caracterizo a Poética da Solvência e outras criações artísticas que permitem uma visualização desse contexto contemporâneo. 

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